sábado, 3 de abril de 2010

A Notre Dame

Tinha uma fila enorme, mas entramos por outro lugar, destinado às pessoas que iam participar da missa (sim, furamos fila, mas não foi na esperteza, foi sem querer!)
Minha opinião? Vamos lá: foi o que eu esperava: nada de mais. Por quê? Porque eu não gosto de arquitetura gótica. Achei tudo sombrio e sem graça. A sala dos tesouros, que você paga à parte (a entrada na catedral, sem ser para a torre, é de graça), é interessante, mas se você não for, não vai perder nada. Tem relíquias de santos, de papas, supostamente uma relíquia da coroa de Cristo (não vi nada dentro do relicário!!!), algumas peças usadas em missas, outras usadas por cardeais e arcebispos... medalhões de todos os papas... batinas... ah, uma delas, JURO, tinhas faixas cor de arco-íris nas costas!!!!
Do que eu gostei? Gostei de perceber que a Notre Dame não é apenas um ponto turístico. Tinha vários lugares reservados apenas para os fiéis, onde turistas não podiam, ou pelo menos não deveriam, parar, como a parte reservada à missa, à adoração do Cristo Morto (coberto) a parte do confessionário e uma parte reservada à oração dos fiéis que não têm nada a ver com aquela muvucada toda.
Logo no início eu e a Cris nos perdemos da Ana, que nem viu a tão sem-graça sala dos tesouros. Na saída, em direção à entrada para subir na torre, chovia muito e desistimos, porque a fila estava enorme e não tínhamos guarda-chuva. Resolvemos ir até a Saint Chapelle. No caminho, encontramos a Ana, que também já tinha desistido de nos procurar.

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